TEATRO DE RODA
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  •  ISIS BAIÃO - DRAMATURGA


    A AUTORA OFERECE AOS INTERNAUTAS, SEUS LEITORES,

    O TEXTO DA VEZ

    NAVEGUE E VEJA O TEXTO DESTA VEZ!


  • “O que ela (Isis Baião) não parece disposta a fazer é abdicar de um espírito satírico mordaz, cortante e nada conciliatório em prol de sensibilidades mais conservadoras. Portanto, seus temas e a forma mediante a qual os desenvolve são o resultado de uma maneira de compreender o teatro como um meio de conscientizar, de ‘sacudir’ a platéia, para que esta possa se dar conta de um tipo de horror banalizado pela vida cotidiana”.

    Ana Lúcia Vieira de Andrade
    Em “Margem e Centro” (Ed.Perspectiva,2006/RJ), tese em que Ana Lúcia analisa e compara as obras de 3 autoras, Leilah Assunção, Maria Adelaide Amaral e Isis Baião.

  • O espetáculo "transmite-nos a agradável - e ultimamente tão rara - sensação de estarmos assistindo ao surgimento de uma autora e de um diretor, ambos dotados de uma imaginação, de uma clareza de idéias e de um know-how pouco comuns.".

    Yan Michalski (crítico teatral e ensaista)
    Sobre "Instituto Naque de Quedas e Rolamentos" (JB, 17/08/78).

  • “Astúcias, golpes baixos, rotina podre, ausência de valores éticos e morais formam o pano de fundo desta peça, retrato sem retoques de uma situação que todos conhecemos e com a qual nos acostumamos a coexistir... nada havendo que fazer para transformar as coisas. O fim é catastrófico e, em termos cênicos, quase abusivo na sua deliberada e assumida grosseria. No entanto, a autora atinge o seu objetivo, que é o de sacudir a inércia geral e propor ao público uma confrontação traumática com os frutos inevitáveis, a curto prazo, da alienação vigente”.

    Armindo Blanco (crítico teatral)
    Sobre "Instituto Naque de Quedas e Rolamentos"

  • "O deboche percorre o espetáculo de ponta a ponta, como uma onda explodindo em fúria...".

    Armindo Blanco (crítico teatral)
    Sobre "As Chupetas do Sr. Refém (O Dia - 8/11/81)

  • “Isis é tão boa contista quanto autora dramática, tal como Pirandelo, embora este escrevesse primeiro os contos e depois os transformasse em teatro e embora estilística ou psicologicamente em nada se pareçam estes dois autores em fuga da realidade abominável. Isis é essencialmente política e seu negro humor não consegue tapar o sol nem mesmo com peneira”.

    Luíza Barreto Leite (jornalista e atriz).
    Sobre o livro "Tresloucado Gesto" (Memórias Futuras Edições/1983/RJ)

  • “O que me atrai nos seus textos é a maneira muitas vezes debochada, humorada e auto-gozativa utilizada para falar de coisas cruelmente reais. A visão de mundo exasperadamente cômica ou comicamente exasperada, é usada pela autora para a denúncia do gradativo assassinato da dignidade humana”.

    Clóvis Levi (diretor teatral).
    Sobre o livro de esquetes "Em Cenas Curtas" (Ed. Achiamê, RJ/1989).

  • “...por seu espírito anárquico e por sua busca de uma teatralidade antropofágica, que fosse o produto de uma síntese do tradicional humor de ‘escracho’, de expressões da chamada cultura de massa e da vanguarda teatral européia, remete à dramaturgia de Oswald de Andrade, autor que marcou profundamente a história do teatro brasileiro por meio do seu texto ‘O Rei da Vela’, ao explorar as possibilidades de uma linguagem integradora de influências estranhas à herança nacional”.

    Ana Lúcia Vieira de Andrade
    Analisando os esquetes de “As Bruxas Estão Soltas” em “Margem e Centro” (já citado).

  • “Isis Baião constrói agilmente esses monólogos em que Anna Jansen, Camilla Amado e Ida Gomes enfrentam interlocutores que só elas vêem, mas que povoam o palco com a sua vulgar humanidade. Fino e inteligente, o texto é feito de sentimentos ocasionais, perspectivas falhadas, desencontros que se sucedem nos encontros que acaso tece”.

    Armindo Blanco (crítico teatral)
    Sobre "Essas Mulheres" (O DIA, nov./1995).

  • “Sempre que me deparo com uma peça de Isis Baião, e são muitas, concentro nela todos os meus sentidos e assim a leio, penetrando num universo de significados: dor, alegria, tristeza, ironia, saudade, enfim, no realismo fantástico brasileiro. Em Cenas Curtas, que expressa uma visão bem humorada, viva e muito significativa dos costumes da nossa sociedade, não foge à regra.”

    Ivone Hoffman (atriz e diretora de teatro).

  • “... tenho em mãos material muito rico e diversificado, apresentando como tônica principal seu sentido crítico cortante, que não perdoa as características de uma sociedade asfixiante e fragmentária que, cada vez mais, nos envolve.”

    Ana Maria Taborda (diretora de teatro).
    Apresentação do Volume 1 do “Teatro (in)Completo", de Isis Baião.

  • “Como sempre na obra de Isis, muito bem costurado, "Atriz e o Cantor... e mais Alguém" é simultaneamente um texto engraçado, cruel e enternecedor. Mona, a protagonista, personagem presente em qualquer cidade grande, passa, através de situações descontinuadas, a fragilidade e a solidão, sua e do seu entorno. É um texto que toca o espectador profundamente, sem excluir o espaço essencial da diversão, através do inusitado das situações. Entre papéis, maridos, memória revolucionária e caminhadas de Mona, se entremeia muito de nossas vidas, de atores sociais e/ou teatrais, na busca de nossos aconteceres”.

    Ana Maria Taborda (diretora de teatro).
    Ainda na obra acima citada, referindo-se a uma das peças do livro.

  • “É uma peça cativante, com uma linguagem teatral moderna, clara e, ao mesmo tempo, original e acessível a qualquer público: a sua originalidade maior consiste em dar vida a tipos humanos que temos visto retratados, com bastante freqüência, na literatura, no cinema e até no teatro em textos estrangeiros, mas que aqui são brasileiros e totalmente identificáveis em nossa realidade. Os personagens são filhos, herdeiros, depositários da revolução dos anos 60/70, que marcou profundamente suas vidas e cujas conseqüências nos são apresentadas com humor, carinho e, às vezes, profunda emoção. Estamos falando de um texto contemporâneo, apaixonante, em que fantasia e realidade se misturam na dose certa, dentro de uma forma dramatúrgica impactante e impecável”.

    Jacqueline Laurence (atriz e diretora teatral).
    Sobre "A Atriz e o Cantor... e mais Alguém", diz com intenção de dirigir o espetáculo.

  • Casa de Penhores.4 é uma surpresa auspiciosa no panorama da dramaturgia brasileira contemporânea. Evitando as receitas e cacoetes limitadores da comédia de costumes e do drama social realista, mas sem deixar de aproveitar o que há de bom nesses gêneros (ou seja, a observação e a crítica social), Isis Baião faz excelente uso da lição de Nelson Rodrigues e dá asas desenfreadas à fantasia, criando um teatro poético, onírico, metafórico, sem abdicar, no entanto, da missão essencial do palco, que é a sondagem profunda do real.”

    Luiz Arthur Nunes (diretor teatral).
    Na orelha de “Teatro (In)Completo de Isis Baião”- Vol. 1.

  • Essas Mulheres...": Gênero e Cultura na Dramaturgia de Isis Baião
    A autora faz uma leitura crítica do texto dramatúrgico “Essas mulheres... ou She by three of them”, de Isis Baião, com base nos Estudos Culturais e Feministas, assim como na perspectiva de discurso em Foucault, buscando evidenciar as contradições em torno das questões de gênero, discurso e cultura que se manifestam numa produção cultural de teatro contemporâneo. Para a coleta de informações, assistimos a três sessões da peça, em duas montagens realizadas em Belo Horizonte-MG, entrevistamos a produção destas e realizamos pesquisa bibliográfica sobre a peça e a autora. Constatamos que a peça analisada, além de seu valor artístico-cultural, apresenta signos e significados coerentes com os estudos feministas e contribui favoravelmente para uma reflexão em torno de questões de gênero em contextos educacionais e acadêmicos. Ler a íntegra do artigo (+)


  • Trabalhos acadêmicos sobre a obra da autora:

  • “Isis Baião’s Essas Mulheres: from the Social to the Feminine” e “Theater, Actress, Woman: Isis Baião’s As da vida também votam and Essas Mulheres”(“Luzo-Brazilian Review”/1998 – University of Wisconsin), by Fred Clark. PhD em Literatura Brasileira da University of North Carolina (Chapel Hill – USA). O Dr. Clark é um estudioso da dramaturgia da escritora brasileira e tem falado sobre sua obra em congressos internacionais.

  • “The Development of a Feminist Perspective in the Plays of Isis Baião”, by Jana M. Friesen – Dissertação de mestrado para a University of North Carolina, 1998.

  • “Margem e Centro – A dramaturgia de Leilah Assunção, Maria Adelaide Amaral e Isis Baião” – Ana Lúcia Vieira de Andrade – Ed. Perspectiva/Uni-Rio/Capes/RJ/2006.

    "Gênero e cultura" , gênero, dramaturgia e teatro pgs. 214 a 224.
    - Artigo publicado no periódico científico Pesquisas e Práticas Psicossociais 3 (2), da Universidade Federal de São João del Rei (LAPIP/UFSJ), Minas Gerais, Brasil. São João del Rei. Mar.2009. Ler artigo (+)


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